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Olá, pessoal. Eu estava com saudades de postar aqui no blog, mas não tinha nenhum assunto nenhum, então resolvi falar sobre mim, só para postar mesmo e como diria Téo Pereira: "Isso dá clicks, querida!".

Mas então, o que vocês diriam sobre uma pessoa que em quinze anos já mudou mais do que muda de roupa? Bom, não estou dizendo que sou eu, mas também não estou dizendo que não é. Eu já mudei de gosto, de música, de roupa e muitas outras coisas, só não mudei o cabelo (HA HA, sem graça!).

No começo eu era um feto dentro de um ú... Não, eu vou avançar um pouquinho. Eu nasci na Bahia, mas ser baiano é uma coisa que só fica no registro, pois passei a maior parte da vida aqui em Minas Gerais. Foi uma coisa de diversas mudanças ente esses dois estados, de lá pra cá, de cá pra lá. A pior parte foi as várias mudanças de casas e de escolas, pelo que eu contei até hoje, eu já me mudei de casa 10 vezes, contando com a que moro hoje (própria); e de escolas foram 9 vezes, contando com a atual. Não faço ideia se essas mudanças constantes afetaram minha personalidade, mas não acho que seja saudável para uma criança, ficar mudando de casa e escola toda hora. Um coisa que eu adquiri disso, foi aprender a não me prender tanto a amigos.

Em relação à escola, eu sempre fui (e sou) aquele aluno que o professor olha e diz, "esse é meu aluno!", talvez pela pressão exercida por minha mãe em ser educado como um Lord inglês, enquanto na verdade, quando os professores me irritam, eu tenho vontade de estapeá-los na frente da turma. Involuntariamente eu sempre faço os professores me tratarem como filho, aliás eu tive uma professora que me chamava de bebê, eu tinha 11 anos. Mas o que eu realmente gosto de fazer, é competir com os professores, corrigindo-os sempre que posso.

Uma coisa que eu não entendo, é que eu nunca gosto da matéria que estou estudando, partindo sempre para conteúdos mais avançados. Por exemplo: enquanto na escola estudávamos sobre os índios, eu já estudava a Grécia Antiga. Até os nove anos de idade, eu estudei em escolas particulares, migrando de repente para as públicas aos dez. Uma transição que me marcou muito, e que me fez sofrer muito mais bullying do que eu pensava, primeiramente por minha forma física, segundo pelo meu modo de falar. Geralmente na escola particular, nós chamamos a professora de "tia", mas pra que eu fui falar aquilo na pública? Morri de vergonha.

Eu aprendi a ler e escrever com 3 anos, o que tornou minha capacidade de leitura mais fluente, o que é bom e ruim ao mesmo tempo. Aqui em Minas as crianças entram nas escolas com 6 anos, e antes disso ficam nas creches, generalizadamente os pais não se importam com a educação dos filhos na primeira infância, o que acaba afetando o futuro das crianças. Claro que alguns se superam, mas outros viram "mulekes". Bom, o caso é que a leitura dos meninos é péssima, e o que me irrita é que eles travam em palavras simples, pelos menos para mim (a não ser que "Erosão" seja uma palavra difícil de ler). Pelo menos isso não é só comigo (Ufa!), conheço alguns colegas que aprenderam a ler na mesma idade que eu, e eles também se incomodam.

Já está muito grande, continuarei depois. Beijos e abraços.

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